🚨 Absurdo na Embaixada: Funcionária Sofria Abusos Inimagináveis! 🚨
Prepare-se para uma história chocante que está vindo à tona em Brasília! Uma funcionária da embaixada do Zimbábue conseguiu na justiça uma medida protetiva após denunciar uma série de horrores que vivenciou. Detalhes a seguir!
O que aconteceu?
A vítima, uma jovem de 27 anos, relata ter sido submetida a condições degradantes e abusivas por uma ministra conselheira da embaixada. A situação chegou a um ponto crítico, com a funcionária sendo dada como desaparecida.
- Jornadas Exaustivas: Trabalho incessante sem descanso.
- Controle Alimentar: Restrições e vigilância sobre o que podia comer.
- Massagens Íntimas Forçadas: A vítima era obrigada a realizar massagens em áreas íntimas da conselheira.
Após a denúncia, a justiça agiu rápido e determinou que a conselheira mantenha distância da vítima, proibindo qualquer tipo de contato. A jovem agora está em um abrigo seguro, com endereço protegido.
Detalhes Assustadores do Relato à Polícia
O g1 teve acesso ao depoimento da vítima, que revela um cenário de terror:
- De Cozinheira a Escrava: Inicialmente contratada como cozinheira do embaixador, a vítima passou a ser explorada na casa da conselheira.
- Vigilância Constante: Sem liberdade para sair, a funcionária precisava de autorização até para ir à igreja ou ao médico.
- Saúde Negligenciada: Mesmo doente, foi impedida de buscar ajuda médica, sofrendo graves consequências.
- Assédio Contínuo: A conselheira ligava incessantemente, exigindo disponibilidade total, e a proibia de entrar na casa após certo horário, forçando-a a dormir no jardim.
O Desaparecimento e o Resgate
No dia 9 de abril, a própria conselheira registrou o desaparecimento da funcionária, alegando que ela não apareceu para levar o café da manhã. Três dias depois, a jovem foi encontrada e revelou ter ingerido uma substância tóxica. Ela foi socorrida por um motorista de aplicativo.
Para piorar a situação, a vítima alega que seus documentos pessoais foram deixados sobre a cama e agora estão em posse da conselheira.
As autoridades estão investigando o caso. O g1 tentou contato com a embaixada do Zimbábue e o Ministério das Relações Exteriores, mas não obteve resposta até o momento.