Tragédia em SC: Padrasto Indiciado por Morte de Menino Após Pesquisa Macabra na IA! 😱

Um caso chocante abala Santa Catarina! Um menino de apenas 4 anos perdeu a vida, e as investigações revelam detalhes perturbadores sobre os últimos momentos da criança.

A mãe e o padrasto foram indiciados por homicídio qualificado na última quinta-feira (28). Mas o que realmente causou a morte do pequeno?

## A Descoberta do Crime

A verdade veio à tona quando a criança foi levada às pressas para o Multihospital da capital, já em parada cardiorrespiratória. A equipe médica tentou reanimá-lo, mas infelizmente, não resistiu.

* **Detalhe Crucial:** O relatório da Polícia Civil, obtido com exclusividade pela NSC TV, revela que no dia do crime, o padrasto fez uma pergunta macabra a um aplicativo de inteligência artificial: “O que acontece se ficar enforcando muito uma criança?”

## Indícios de Maus-Tratos

A investigação aponta que a criança sofria maus-tratos constantes, com o conhecimento da mãe. O homicídio foi qualificado por emprego de meio cruel e por ser cometido contra uma pessoa menor de 14 anos.

### Provas Chave:

* Laudo de necropsia
* Depoimentos de testemunhas
* Análise dos celulares dos acusados

O exame cadavérico revelou que a causa da morte foi choque hemorrágico decorrente de traumatismo abdominal, causado por um instrumento contundente.

## Mensagens Assustadoras

A análise do celular do padrasto revelou mensagens que comprovam os maus-tratos. Em uma delas, a mãe pergunta sobre “picadinhas” no rosto do filho, e o padrasto admite ter mordido a criança, alegando ser uma brincadeira.

A polícia concluiu que a mãe tinha ciência do medo que o filho sentia do padrasto e das condutas violentas, mesmo que disfarçadas de “brincadeiras”.

Em outro momento, a mãe recebeu um vídeo do padrasto mostrando o menino dormindo no chão, questionando se ele havia desmaiado. Poucas horas depois, o padrasto enviou uma foto da criança com a orelha roxa, indicando mais um episódio de violência.

## Um Histórico de Sofrimento

Essa não foi a primeira vez que a criança deu entrada no hospital com sinais de agressão. Em maio, ele ficou 12 dias internado com machucados pelo corpo, e um médico chegou a classificar os ferimentos como “fortemente sugestivos de maus-tratos”.

Na época, o padrasto alegou que o menino havia caído da cama, e a mãe disse que registrou um boletim de ocorrência, mas que nunca desconfiou do padrasto.

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